Brazilian firm ScTec started development of the M8 Octopus in 2005. The Octopus is a four-axle and eight wheel-drive full and returned to military applications, rescue and general services in a hostile environment.
Um dos projetos de destaque realizados pela ScTec no ano de 2005 foi a primeira fase do desenvolvimento do sistema de controle computadorizado do veiculo Octopus.
O Octopus e um veiculo de quatro eixos e oito rodas, com tracao integral e voltado a aplicacoes militares, de salvamento e servicos gerais em ambiente hostil. Para atender a estas expectativas, o veiculo inclui diversos aparatos tais como:
¦Suporte escamoteavel para lancador de foguetes
¦Guinchos dianteiros e traseiros com alta capacidade de icamento
¦Sistema de locomocao para ambientes de extrema dificuldade (rastejador)

"O M8, veículo-conceito com tração em oito rodas, foi apresentado no último dia 30, na Federação das Indústrias de Santa Catarina. Este é o segundo veículo criado pelo Programa Automotivo Catarinense, desenvolvido pela FIESC com objetivo de alavancar o uso de sistemas e autopeças fabricados por indústrias do Estado. O primeiro veículo concebido pelo Programa, um jipe com tração nas 4 rodas apresentado no final do ano passado, já está em fase de ajustes e homologação e chega ao mercado em 2006. O M8 é um caminhão com tração nas oito rodas, ideal para uso em situações extremas. Sua suspensão independente com duplo feixe de molas invertidos garante que transponha terrenos de dificuldade severa. O veículo-conceito apresentado nesta quinta-feira foi construído para alinhar-se ao uso militar, mas seu chassi multiuso permite que seja adaptado a outros nichos de mercado com considerável especificidade, como por exemplo o uso em trabalhos de defesa civil e bombeiros, na patrulha de fronteiras secas, no combate ao narcotráfico, na patrulha ambiental e como ambulâncias para resgates em áreas de difícil acesso, como em acidentes com aviões. Na versão militar, permite vários tipos de operações, com transporte de até 16 homens. Dispõe de dois lança-foguetes retráteis, capazes de buscar alvos terrestres e aéreos. Conta ainda com um sistema revolucionário de garras hidráulicas rastejadoras, que podem ser acionadas para ajudar na locomoção em terrenos com condições extremamente adversas, caso as oito rodas percam aderência. O sistema baixa dois patins com unhas de aço, capazes de utilizar apoios no solo para impulsionar o veículo, algo muito parecido com o movimento de um soldado rastejando. O M8 possui ainda um computador de bordo que permite o comando eletrônico de praticamente todas as suas funções, do armamento ao acionamento dos guinchos. Em uma de suas versões futuras, permitirá o acionamento de seus sistemas por controle remoto, possibilitando que o veículo seja teleguiado por um operador que o observe de longe. De um helicóptero, por exemplo. Graças a sua tecnologia embarcada, o M8 ganha também excepcional potencial no uso anti-terror, como por exemplo no resgate de reféns ou acesso a áreas com risco químico ou de explosivos sem risco à tripulação. O veículo levou um ano e meio para ser construído e, assim como o jipe A4, está sendo conduzido também por um outro grupo de empresários catarinenses, que pretende constituir uma empresa para a fabricação. O M8 será produzido em Santa Catarina, sob demanda, privilegiando, sempre que possível, a tecnologia e produtos de empresas do Estado. Entre as indústrias que forneceram componentes para o protótipo estão a Metalúrgica Fey, de Indaial (fixadores automotivos), a SC Tec Automação e Projetos Especiais, de Joinville (softwares embarcados), a Previncêndio Equipamentos, de Florianópolis (extintores), a Guidale, de Lages (pneus), Roberge, de Siderópolis (rodas), Estofacenter, de Florianópolis (lonas e revestimentos), Elf Automação, de Florianópolis (cilindros pneumáticos) e Arte Máxima, de Florianópolis (sinalização de cabine). O projeto M8 foi apresentado em Brasília pelo presidente da FIESC, José Fernando Xavier Faraco, ao vice-presidente da República e ministro da Defesa, José Alencar, e também está sendo apreciado pelo Alto Comando do Exército Brasileiro. “Apesar de sua inúmera possibilidade de usos, resolvemos primeiro concebê-lo com características militares, em razão de sua extrema aderência ao uso pelo Exército”, explica Faraco. O desenvolvimento do M8, além de ajudar a dar visibilidade à indústria automotiva catarinense, chega para ser um componente a mais na retomada da indústria de defesa nacional. Para Faraco, um país com pretensões de ser líder regional e pleitear um assento permanente no Conselho de Segurança da ONU tem que produzir seus próprios meios de defesa. "

Èíôîðìàöèîííûé ñàéò "Âíåäîðîæíûå òðàñïîðòíûå ñðåäñòâà"
Land Locomotion. Mechanical Vehicle Mobility - LL-MVM
(Íà ñòðàíèöå "commerc" ðàçìåùåíû ññûëêè íà îòå÷åñòâåííûå êîììåð÷åñêèå ñàéòû)
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